Ainda sobre o interrogatório do réu Bruno Langa, começam a surgir contradições em sede do Tribunal. Bruno Langa, confrontado com seus depoimentos pelo Ministério Público na voz da Magistrada Ana Sheila Marrengula, o réu negou arredondamente serem da sua autoria, as palavras e informações contidas naqueles documentos, chegando a dizer que mesmo a assinatura que consta deles “é parecida com a minha, não minha assinatura. Há muita confusão nesses documentos, muita coisa que não constitui verdade Digníssima e Meritíssimo Juiz. Eu até no dia que fui levado a procuradoria, fui ameaçado para falar, chamado criminosos e levado a cadeia onde estou até hoje”, explana.
Por: Nilton José Contente
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